Tradução do código
Da linguagem jurídica para a linguagem de quem trabalha. Mesmo conteúdo, mesma força, dito de um jeito que sobrevive à leitura de quem não é advogado.
Fale com a BR2 ↗Traduzimos código de conduta, política de integridade, canal de denúncias e treinamento obrigatório em comunicação que as pessoas efetivamente leem, entendem e conseguem aplicar na dúvida real do dia a dia.
A dor que este serviço resolve
Programa de integridade é avaliado pela efetividade, não pela existência do documento. Um PDF de setenta páginas no portal cumpre a formalidade e falha exatamente onde o risco mora: na decisão de quem está sozinho diante de uma situação cinzenta.
O que entregamos
Da linguagem jurídica para a linguagem de quem trabalha. Mesmo conteúdo, mesma força, dito de um jeito que sobrevive à leitura de quem não é advogado.
Lançamento do código ou da revisão anual com sequência planejada: anúncio, aprofundamento por tema e reforço ao longo do ano em vez de um disparo único.
A regra abstrata não decide nada na hora. Construímos situações reais do seu setor, com a zona cinzenta explícita e o caminho de decisão.
Comunicação que enfrenta o medo de retaliação de frente e explica sigilo, anonimato e o que acontece depois do relato. Canal que ninguém confia não recebe nada.
Apresentação de treinamento presencial e a distância, apostila, microconteúdo e material para o gestor conduzir a conversa com a equipe.
Peças versionadas e datadas, com registro do que foi publicado, quando e para quem — no formato que auditoria e certificações pedem.
Como funciona
Lemos o código, as políticas e o material de treinamento existentes, e mapeamos com o time de compliance o que precisa ser entendido por cada público — e o que hoje não está sendo.
Propomos a arquitetura da campanha, os temas por período e os casos práticos. Tudo passa por compliance e jurídico antes de qualquer produção — nada de conteúdo normativo é criado sem aprovação de quem responde por ele.
Produzimos as peças do ano, entregamos com versionamento e mantemos o calendário de reforço para a campanha não morrer no mês seguinte ao lançamento.
Onde este trabalho acontece
O programa de integridade percorre quatro etapas antes de virar comportamento — e a última acontece longe de qualquer material.




Imagens ilustrativas de contexto de trabalho. O portfólio da BR2 está sob acordo de confidencialidade e é apresentado ao vivo, em reunião.
O que aprendemos fazendo
A situação de risco real quase nunca se parece com o exemplo do manual. É um fornecedor oferecendo um ingresso, um prazo que só fecha se alguém aprovar fora do fluxo, um parente na concorrência. E o momento de decidir dura minutos, não dá tempo de abrir PDF.
Por isso a pergunta que orienta o trabalho não é "como fazer as pessoas lerem o código". É "o que a pessoa precisa lembrar sozinha, sem consultar nada".
Essa mudança de pergunta reorganiza o material inteiro. O que importa passa a ser um punhado de princípios memoráveis e um reflexo — na dúvida, pergunte antes — em vez da cobertura completa das setenta páginas.
Regras funcionam bem no caso óbvio, que é justamente o caso que não precisava de regra. Ninguém hesita diante de propina explícita.
O que trava as pessoas é a zona cinzenta: o brinde de fim de ano dentro do limite mas de um fornecedor em concorrência aberta; a contratação do conhecido que é genuinamente o melhor candidato. Ali a regra sozinha não decide.
Material de compliance que funciona coloca essas situações na mesa com a ambiguidade preservada — não como pergunta de múltipla escolha com resposta óbvia, mas como decisão difícil, discutida. É mais trabalhoso de produzir e é a diferença entre treinamento que muda comportamento e treinamento que preenche planilha de presença.
Quando um canal recebe poucos relatos, a leitura otimista é que não há o que relatar. A leitura realista é que as pessoas não confiam nele.
O medo é concreto e específico: descobrirem quem foi, sofrer retaliação, relatar e nada acontecer. Cartaz com número de telefone não responde a nenhum desses três.
A comunicação que muda o número enfrenta o medo diretamente: explica em detalhe como o anonimato é preservado, o que a empresa faz se houver retaliação e o que acontece depois do relato. Sem prometer o que a empresa não pode cumprir — porque a primeira promessa quebrada encerra o canal de vez.
Um programa de integridade se sustenta em estrutura: independência da área, apuração séria, consequência aplicada de forma consistente, exemplo vindo da liderança. Comunicação não substitui nada disso.
O que a comunicação faz é tornar o programa conhecido, compreendido e utilizável — e registrar que isso foi feito. É uma parte necessária e insuficiente, e é honesto dizer isso antes de começar.
Também é por isso que não escrevemos política nem damos parecer sobre adequação normativa. O conteúdo normativo é de quem responde por ele: seu compliance, seu jurídico, sua assessoria. Nós fazemos esse conteúdo chegar inteiro a quem precisa dele.
Como o material chega
Tudo versionado e datado. Em compliance, saber qual versão estava no ar em determinada data é parte da entrega, não detalhe administrativo.
O que muda
Cada pessoa consegue dizer, com as próprias palavras, o que fazer diante de uma situação de risco.
O canal de denúncias passa a receber relatos, porque as pessoas entenderam como ele protege quem relata.
A área de compliance tem material datado e versionado para comprovar a comunicação do programa.
Perguntas que sempre chegam
Não. O conteúdo normativo é do seu compliance, do seu jurídico ou da sua assessoria — são eles que respondem por ele. Nós recebemos o texto aprovado e cuidamos de tradução para linguagem acessível, estrutura, diagramação e campanha. Quando sugerimos mudança de redação, ela volta para aprovação de quem escreveu.
Não, e desconfie de quem garantir. Adequação normativa é parecer jurídico e exige responsabilidade técnica que uma agência de comunicação não tem. Nosso compromisso é outro e verificável: o material sai exatamente conforme o conteúdo que seu compliance aprovou, com registro de versão e data.
Combinamos os indicadores antes de começar. Os mais usados são taxa de conclusão do treinamento, acerto em situações práticas, volume e qualidade dos relatos no canal e pesquisa curta de compreensão. Vale acordar também o que não vamos medir, para ninguém cobrar depois um número que nunca foi coletado.
Fazemos adaptação por unidade e por público — chão de fábrica, escritório, campo, terceiros — e coordenamos versões em outros idiomas com tradução profissional. A estrutura da campanha é comum; o exemplo prático muda conforme a realidade de cada operação.
Sim, e é justamente o que faz a diferença. Repetir o mesmo material todo ano ensina as pessoas a clicar rápido até o fim. Trabalhamos com um núcleo estável e um tema em profundidade por ciclo — conflito de interesses num ano, relação com o poder público em outro, e assim por diante.
Sim, e o envolvimento da liderança é o fator que mais pesa na adesão. O formato que costuma funcionar é curto: um vídeo de dois minutos do CEO, um roteiro de cinco minutos para o gestor abrir a reunião de equipe e uma pergunta de compliance na pauta trimestral. Produzimos os três.
BR2\ENGAGE — Campanha de Compliance