Reputação jurídica exige precisão em cada palavra. Posicionamento, conteúdo e presença institucional para escritórios e profissionais do Direito, com sobriedade e respeito às regras profissionais.
BR2\LEGALVeritas et Fides.Legal Communication
§Checagem editorial contra o Provimento 205/2021. A BR2 aponta o risco antes de a peça ir ao ar; a decisão de publicar é sempre do advogado responsável.
A dor que esta frente resolve
Quando a comunicação precisa carregar consequência, improviso custa caro.
Entramos para organizar o que precisa ser entendido, por quem e em qual prazo. Fazemos isso antes que a demanda vire apenas uma lista de peças.
Áreas do Direito atendidas
32 especialidades jurídicas, cada uma com página própria, contexto de público, pauta e limites éticos de comunicação.
Para quem precisa comunicar valor sem transformar autoridade em promessa.
A BR2 combina visão estratégica, conteúdo e criação sênior para reduzir ruído, organizar decisões e entregar materiais prontos para uso.
Como estruturamos o trabalho
Da área de atuação ao público certo.
01
Estudar a área de atuação
Entendemos especialidade, mercado, concorrência e as normas que regem a comunicação daquele campo.
02
Levantamento de necessidades
Mapeamos o que trava a autoridade percebida: inconsistência, presença fraca, conteúdo genérico ou receio da norma.
03
Planejamento estratégico
Definimos prioridades e o argumento que sustenta a comunicação dos próximos meses.
04
Canais e editorias
Escolhemos onde publicar e as linhas editoriais que sustentam o posicionamento.
05
Público por especialidade
Segmentamos a comunicação pela especialidade e por quem de fato contrata.
O que entregamos
Da demanda ao material final.
01
Posicionamento e arquitetura de marca
Organizamos proposta de valor, especialidades, públicos e mensagens para tornar a competência do escritório mais clara.
02
Identidade e materiais institucionais
Criamos sistemas visuais sóbrios para apresentações, propostas, perfis, publicações e demais pontos de contato.
03
Sites jurídicos
Estruturamos jornadas que explicam atuação, equipe e conhecimento, facilitam o contato e respeitam as normas da advocacia.
04
Conteúdo e thought leadership
Transformamos conhecimento técnico em artigos, análises e informativos que demonstram repertório sem prometer resultados.
05
LinkedIn e presença digital
Planejamos temas, formatos e recorrência compatíveis com a reputação e a estratégia de cada profissional.
06
Apresentações, propostas e anuários jurídicos
Organizamos o que o escritório já fez e o argumento de cada caso para reuniões, concorrências e anuários jurídicos que não cobram pela inclusão.
07
Eventos e relacionamento
Desenvolvemos conceitos e materiais para seminários, webinars e iniciativas de produção de conhecimento.
08
Governança de comunicação
Criamos diretrizes editoriais e visuais para manter precisão, consistência e conformidade em todas as frentes.
Combos BR2\LEGAL
O que compõe cada frente de trabalho.
Três formatos de contratação, com escopo aberto desde o primeiro dia. O investimento é definido depois, conforme volume e ritmo do escritório.
01
Fundação
Para o escritório que ainda não tem presença estruturada e precisa começar certo.
Diagnóstico de posicionamento e definição da área de autoridade
Arquitetura de mensagem: o que o escritório defende e para quem
Identidade visual aplicada a materiais institucionais
Apresentação institucional para reunião com cliente
Modelo de proposta comercial em conformidade com a OAB
Guia de linguagem: o que pode e o que não pode ser dito
Projeto fechado, com entrega em etapas aprovadas.
02
Autoridade
Para quem já tem base montada e precisa aparecer com consistência técnica.
Plano editorial trimestral por área do Direito
Artigos de fundo com fonte primária citada e revisão jurídica
Adaptação do conteúdo para LinkedIn e redes do escritório
Design de peças: carrosséis, infográficos e cards de decisão
Newsletter periódica para clientes e para quem pediu para receber
Relatório de alcance e leitura, sem promessa de resultado
Fee mensal, com volume acordado por trimestre.
03
Bastidor
Para o escritório com equipe própria que precisa de capacidade sênior sob demanda.
Produção de apresentações para audiência, banca e comitê
Diagramação de peças processuais, pareceres e teses
Materiais de evento, palestra e treinamento interno
Revisão de linguagem e conformidade em peças de terceiros
Atendimento em regime de urgência, inclusive fora do horário
Interlocução direta com o time do escritório, sem camada extra
Pacote de horas ou acionamento job a job, com SLA de 3 horas.
Todo material passa por checagem contra o Provimento 205/2021 antes de ser publicado. Nenhuma peça promete resultado, busca captar clientela nem fala de honorários. A decisão de publicar é sempre do advogado.
Linguagem em ação
Estratégia que ganha forma.
01Conteúdo jurídico
O que muda
Comunicação não é acabamento. É infraestrutura para agir.
01
A especialidade jurídica fica compreensível sem perder rigor.
02
A presença institucional ganha unidade.
03
Conteúdo e design respeitam a reputação construída.
Conteúdo da frente
Leituras para aprofundar.
Pesquisa, experiência e ponto de vista da BR2 sobre os temas que mais importam nesta frente.
dos advogados inscritos têm registro público consultável
Cadastro Nacional dos Advogados · OAB205/2021
é o Provimento que regula a publicidade e o marketing jurídico
Conselho Federal da OAB↑
pesquisa on-line antes da contratação, em tendência de crescimento
Clio Legal Trends Report
Linguagem editorial
Precisão também é uma forma de design.
Um preview do padrão editorial da BR2: hierarquia visual a serviço da sobriedade que a comunicação do Direito exige.
Prévia de linguagem. Sem símbolos oficiais, selos ou alegações de certificação.
Rigor não é enfeite
Cada frase de um conteúdo jurídico carrega responsabilidade. O design organiza a leitura; não decide o que pode ser dito.
Autoridade sem promessa
Mostramos repertório e experiência. Resultado não se promete, a ética profissional não permite, e a confiança não precisa disso.
Onde a BR2 para
A agência integra a ferramenta que o escritório já escolheu, treina a equipe e cuida da comunicação. Parecer sobre adequação normativa é do advogado, não da agência.
Demonstração e método autorais BR2
Marketing da agência e publicidade do advogado: dois funis que não se misturam
Revisado em . Revisão editorial humana e exame profissional pertinente finais ainda não aprovados. Método aberto, sem cadastro.
Um sócio procura uma agência para organizar a comunicação do escritório. Outra pessoa procura informação profissional no site desse escritório. Os dois podem clicar num botão de contato, mas não estão pedindo a mesma coisa. No primeiro percurso, a compra é comunicação. No segundo, o emissor e a informação pertencem ao contexto da advocacia.
Para separar os caminhos, responda primeiro: quem fala, para quem, sobre qual oferta ou informação e com que próximo passo? Depois confira o contexto mínimo que essa conversa precisa. Se a página da agência pede fatos de um processo para entender um projeto institucional, a tarefa se perdeu. Se a página do escritório copia a oferta comercial da agência, trocar o logotipo não resolve a diferença.
Este artigo é para sócios, gestão, marketing e editorial que compram ou organizam comunicação. Não responde a uma situação jurídica individual, indica profissional ou oferece consulta. Seu objetivo é ajudar a equipe a reconhecer o pedido antes de criar uma chamada, adaptar uma peça ou contratar trabalho.
1. O público importa, mas a tarefa decide o percurso
No caminho agência → escritório, o leitor pode querer organizar uma apresentação, rever mensagens do site ou preparar uma rotina de artigos. A conversa examina material, fonte, entregas, revisão e responsabilidades de um projeto de comunicação. Não precisa de autos, informação de clientes ou narrativa de um conflito para começar.
No caminho escritório → público, a mensagem pode apresentar a organização ou oferecer informação profissional. O escritório responde pelo conteúdo pertinente; fontes, autoria, credenciais e contexto exigem exame correspondente. A agência pode apoiar redação e design, sem transformar esse apoio em exercício da advocacia ou aprovação profissional automática.
A mesma pessoa pode ocupar posições diferentes. Um advogado pode comprar comunicação numa conversa e procurar informação profissional em outra. Seu nome ou cargo não define sozinho a finalidade. Também não concede acesso, representação ou poder de aprovar uma peça. É mais útil perguntar o que precisa preparar do que presumir a conversa pela identidade declarada.
Essa distinção não obriga criar duas URLs, dois sistemas ou um formulário para cada papel. Pode começar por uma explicação na página e por uma pergunta curta quando o pedido estiver ambíguo. O desenho deve evitar misturar finalidade, destino e informação recebida; não deve transformar clareza de navegação em promessa de atendimento disponível.
2. Avalie a ação da chamada, não só suas palavras
“Conversar”, “conhecer” e “solicitar” não aprovam nem reprovam uma chamada sozinhos. Olhe o conjunto: quem oferece o quê, qual leitura precede o botão, para onde ele aponta e que informação pede. Um rótulo discreto pode continuar ligado a uma promessa indevida. Um contato também pode ser apresentado de modo informativo, conforme o contexto pertinente.
O Provimento OAB 205/2021 admite marketing jurídico sob limites éticos, exige informações objetivas e verdadeiras e disciplina publicidade profissional. Seu art. 3º, I, trata de honorários e condições usados como captação; o art. 4º, §3º, contempla dados de contato em caráter informativo. Essas distinções não aprovam um CTA concreto nem resolvem a peça pelo verbo. Fontes: OAB, arts. 1º, 3º e 4º
A proposta comercial de comunicação da agência e a oferta profissional do escritório são objetos diferentes de análise. Não copie uma conclusão sobre honorários como regra automática de preço da agência, nem use essa diferença para dispensar a revisão de um conteúdo profissional. Aqui não há tabela de preço, orientação de honorários ou chamada de advocacia liberada.
Na agência, uma chamada pode propor discutir o escopo de uma apresentação ou de uma rotina editorial, sujeita à confirmação de oferta e capacidade. No escritório, a ação precisa de definição própria: qual informação se pretende oferecer e quem responde por ela? Um projeto de site não deve preencher essa decisão com a chamada do fornecedor.
Se o texto tiver autoria de um sócio, a assinatura também pertence àquela versão e à participação real. Uma entrevista pode fornecer repertório; não libera qualquer redação posterior. A revisão da agência e a autorização profissional são decisões distintas, mesmo quando ocorrem no mesmo documento.
3. Use seis perguntas antes de mudar página ou encaminhamento
Este quadro é um recorte do mapa de dois funis. Use-o para uma peça ou pedido por vez. É aberto, copiável e não exige enviar respostas. Preenchê-lo não concede direito, acesso, mandato ou circulação; mantenha esse limite junto à cópia. Se não houver confirmação, escreva “pendente” e indique a pergunta, sem inventar responsável ou destino.
Recorte aberto autoral do mapa de dois funis para preparar uma peça ou pedido
Pergunta de preparação
Agência → escritório: preencher
Escritório → público, se pertinente: preencher
Quem emite; qual oferta ou informação está em discussão?
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Quem lê; qual pergunta e tarefa precisa resolver?
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Qual ação a chamada propõe; qual destino precisa ser conferido?
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Que contexto mínimo ajuda; que informação fica fora?
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Qual fonte/versão sustenta a mensagem; quem revisa e autoriza este uso?
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Que dúvida impede prosseguir; qual alternativa menor cabe?
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Não é necessário preencher ambos os lados. Se a peça for da agência, a coluna “Escritório → público” pode registrar apenas o limite que não deve ser transferido. Se o pedido for profissional, não o transforme em oportunidade de agência para completar o quadro. As linhas podem ser usadas como lista, sem criar cadastro ou um segundo inventário.
No primeiro contato B2B, basta descrever a função, o objetivo institucional e o tipo de material. A forma de retorno depende do contato escolhido; não é preciso anexar documentos protegidos para explicar que falta organizar uma apresentação. Uma eventual newsletter da agência tem propósito próprio, separado da conversa de projeto.
Para uma demanda do escritório com seu público, este instrumento não define coleta, base, atendimento ou encaminhamento jurídico. Essas decisões pertencem ao contexto competente. A preparação pode nomear o desconhecido, mas não deve pedir detalhes de uma situação individual para demonstrar que o mapa funciona.
4. Três pedidos fictícios, três resoluções diferentes
Os exemplos seguintes são sintéticos e autorais. Não representam cliente, escritório, profissional credenciado, canal ou pedido real. São cartões para comparar tarefa e decisão, não peças aprovadas, anúncios ou resultados observados. As referências são apenas rótulos didáticos; não há arquivos ou circulação autorizados.
Pedido A: comprar organização editorial
O cartão HIP-FUNIL-A diz: “A gestão quer organizar como os sócios revisam uma newsletter institucional”. Não informa pauta jurídica nem dá autorização para publicar. O pedido cabe na conversa de comunicação: que rotina se pretende organizar, qual tipo de material existe e que função poderá participar da revisão?
A resposta de preparação pode propor uma conversa sobre esse recorte. Fonte, conteúdo, formatos, direitos e condições ainda precisariam ser definidos. A chamada didática “Conversar sobre o escopo editorial” descreve o objeto B2B; não confirma contrato, revisão disponível ou novos clientes. O próximo passo não é pedir histórias de processos para gerar pautas.
Pedido B: reaproveitar a página da agência no site do escritório
O cartão HIP-FUNIL-B pede copiar a oferta anterior, com a chamada “Conversar sobre o escopo editorial”, para uma página do escritório destinada a apresentar sua atividade profissional. O público dessa nova peça não está comprando a agência. Manter a mesma chamada criaria uma ação diferente da informação pretendida.
A resolução é voltar à pergunta da página: o que o leitor precisa conhecer sobre o escritório? Uma hipótese de navegação poderia ser localizar sua apresentação institucional, se esse material e caminho existirem e forem pertinentes. Isso não cria um destino, redige uma oferta jurídica ou libera um CTA profissional. O conteúdo, a chamada e o uso da nova versão continuam para exame do escritório; a aprovação da agência não é transferida.
Pedido C: solicitar orientação jurídica no contato da agência
O cartão HIP-FUNIL-C diz apenas: “Preciso de orientação sobre uma situação jurídica”. Não há relato, documento ou fato de caso. A necessidade não é um projeto de comunicação. A resolução não é coletar detalhes, responder ao caso ou encaminhar seus dados automaticamente a um escritório.
Uma explicação de limite possível seria: “Este contato trata de projetos de comunicação para organizações, não oferece orientação jurídica”. Se a finalidade ainda fosse ambígua, uma pergunta de classificação poderia distinguir projeto de comunicação de atendimento jurídico, sem pedir conteúdo do caso. Essas são propostas de texto, não serviço de triagem jurídica implementado. Um destino profissional não fornecido não deve ser inventado para encerrar a conversa.
Leitura didática de três pedidos sintéticos, sem triagem ou encaminhamento implementado
Pedido sintético
Preparação que cabe
O que continua fora ou pendente
A: rotina editorial do escritório
Delimitar projeto B2B e perguntar pelo material/revisão
Contrato, publicação, conteúdo jurídico e capacidade não confirmados
B: conteúdo próprio do escritório
Definir pergunta e ação de navegação pertinentes, sem copiar a oferta da agência
Fonte, caminho existente, responsabilidade, direitos e autorização da nova peça
C: orientação jurídica na agência
Explicitar limite; classificar finalidade só se necessário
Não responder ao caso, coletar fatos, indicar profissional ou transferir informação por inferência
A comparação não escolhe um “melhor lead”. Mostra qual conversa foi pedida. Nenhuma chegada, resposta, leitura ou encaminhamento foi observado. Se a entrada existente não permitir compreender a finalidade, a equipe pode começar por ajustar a explicação, antes de pedir outra página ou ferramenta.
5. O que essa distinção muda na compra
Ao contratar apoio, peça que a proposta diga quem fornece as informações, o que será redigido, qual revisão cabe ao escritório e quais formatos ou adaptações estão incluídos. Um projeto pode organizar a fronteira de público e chamadas de uma página existente. Site novo, atendimento, mídia, manutenção e produção recorrente não entram automaticamente.
Não é necessário iniciar por uma arquitetura completa. Uma página prioritária, sua pergunta e seu próximo passo podem ser discutidos primeiro. Se o texto já distingue os dois caminhos, preserve-o e ajuste apenas o ponto que está confuso. Se faltar decisão sobre a ação profissional, mantenha esse trecho pendente em vez de fabricar uma chamada para terminar o layout.
Todo contato do escritório é inadequado?
Não se conclui isso pelo botão ou pela palavra. Conteúdo, ação, canal e contexto precisam de exame pertinente; este artigo não libera nem proíbe todos os CTAs.
Precisamos de duas páginas para falar com públicos diferentes?
Não necessariamente. A distinção de tarefa pode ser resolvida por conteúdo ou navegação existente. A escolha depende do material e da experiência a examinar, não do número de URLs do planejamento.
Pode existir apoio da agência e assinatura profissional na mesma peça?
O apoio não precisa apagar a participação real de quem responde pelo conteúdo. Fonte, contribuição, crédito e autorização precisam corresponder ao trabalho; o exemplo não cria autoria ou habilitação.
Podemos usar o mesmo texto em outro canal?
É um pedido de adaptação a conferir. Identifique o que muda em emissor, público, conteúdo, finalidade e direitos, sem reiniciar tudo por padrão ou herdar aprovação antiga.
O que levar para a conversa com a agência?
O objetivo institucional, o material prioritário e a função que participa da decisão. Não envie fatos de processos, dados de clientes, credenciais ou anexos sigilosos. O contexto de compra não é uma consulta jurídica.
Fontes oficiais
Normas para consultar. Links para conferir.
Esta biblioteca facilita a consulta às fontes primárias. Ela é informativa, deve ser revisada periodicamente e não substitui análise profissional aplicada a cada caso.
Links revisados em 5 de agosto de 2026. Antes de publicar uma peça, confirme a versão vigente e submeta casos sensíveis à revisão especializada.
Um ecossistema, não marcas isoladas
Esta frente trabalha junto com as outras.
Uma demanda pode começar em BR2\LEGAL e envolver decisão, engajamento, conteúdo regulado ou urgência. A BR2 organiza a combinação certa sem transferir o problema entre fornecedores.
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