Receber e enquadrar
Entendemos o problema real, o contexto, o público e o que precisa estar pronto, não apenas o formato solicitado.
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A BR2 organiza a pressão antes de começar a criação. Objetivo, público, formato, responsáveis, prazo e critério de qualidade ficam claros desde o início.
Em detalhes
Entendemos o problema real, o contexto, o público e o que precisa estar pronto, não apenas o formato solicitado.
Escopo, prazo, condições e responsáveis são definidos com objetividade. O que não puder manter o padrão é sinalizado antes.
Estratégia, conteúdo e criação avançam com papéis claros. O cliente sabe quem está fazendo e como acompanhar.
Toda entrega passa por revisão sênior, adequação técnica e conferência final antes de seguir para uso.
O método é o mesmo em projetos planejados ou urgentes. O que muda é a cadência, nunca a responsabilidade.
Do primeiro contato ao próximo projeto
Sete momentos, cada um com uma coisa que precisa acontecer. Não é fluxograma interno: é o que dá para cobrar da gente, na ordem em que acontece.
Você escreve, muitas vezes já sob pressão. A resposta sai sempre — inclusive quando ela for “nesse prazo eu não consigo”. A proposta, com escopo e duas opções de prazo, sai em até 3 horas úteis.
Chegam duas opções de prazo com dois totais lado a lado, nunca uma só. Sem jargão e sem “taxa de urgência”: prazo é escolha, não punição por ter pressa.
O escopo vai por escrito antes de qualquer produção começar, com o que está dentro e o que está fora explicitados. É o que protege os dois lados quando o relógio aperta.
Na metade do prazo chega uma prévia de rumo. A pergunta é sobre direção, não sobre acabamento — confirmar o caminho às 22h evita descobrir às 6h que ele estava errado.
Antes de sair, revisão sênior obrigatória. E a mensagem de entrega explica as decisões tomadas, em vez de só anexar o arquivo: você precisa saber defender o material, não apenas tê-lo.
Em até 48h alguém pergunta como foi a reunião, o evento ou a publicação. Sem pedir nada em troca — é o único jeito de saber se o material funcionou onde importa.
Se o primeiro projeto foi uma emergência, em 7 dias chega uma proposta de continuidade com a memória do que funcionou. Urgência resolvida uma vez costuma voltar; a diferença é chegar preparado.
Cada um desses momentos é uma chance de provar a promessa inteira em miniatura. Um e-mail respondido em dez minutos diz mais sobre uma agência do que qualquer material institucional.
Quando algo dá errado
Fingir que isso nunca acontece seria o mais fácil e o menos honesto. Estes são os quatro cenários e a conduta em cada um — a mesma que você pode cobrar se acontecer com você.
Você é avisado assim que o risco aparece, não quando o prazo vence. Com plano concreto de recuperação, não com desculpa. Esperar em silêncio na esperança de resolver é a pior conduta possível.
Assumimos, corrigimos e reenviamos no menor tempo possível, sem minimizar e sem transferir a culpa para a pressa ou para o briefing. O trabalho é nosso; a exposição é sua.
A peça é suspensa na hora e a revisão jurídica ou médica é acionada imediatamente. Em Legal e Med, silêncio sobre um erro é sempre pior que o erro.
O cliente afetado é notificado de imediato, mesmo antes de existir solução completa. Tentar conter sozinho para avisar depois protege a agência e destrói a relação.
Toda comunicação nossa em situação de crise segue a mesma ordem: o que aconteceu, sem eufemismo; o que está sendo feito agora; quando você terá a próxima atualização. A terceira parte é a que quase todo mundo pula, e é a que mais sustenta a confiança.
Onde isto acontece
As cinco situações em que o método aparece na prática — da primeira conversa que define o problema ao material que sobra depois que todo mundo saiu.





Imagens ilustrativas de contexto de trabalho. O portfólio da BR2 está sob acordo de confidencialidade e é apresentado ao vivo, em reunião.
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Se a sua demanda já tem data, o método começa na primeira conversa. Conte o que precisa acontecer.