CUMPRIMOS
O que virou prática e continua acontecendo. Com evidência: a política escrita, o número, a data em que passou a valer.
← Página principalFale com a BR2 ↗Réveillon · Conceito de campanha
Toda empresa anuncia compromissos em janeiro. Quase nenhuma volta em dezembro para dizer o que aconteceu com os do ano anterior.
Peça autoral da BR2 — não veiculada por cliente
O insight
Em dezembro, empresas fazem retrospectiva: os melhores momentos, os números bonitos, a foto da confraternização. Em janeiro, anunciam os novos compromissos — cultura, bem-estar, diversidade, ESG.
Entre uma coisa e outra falta o passo que dá credibilidade a ambas: o que aconteceu com o que foi prometido no janeiro anterior? Quantos daqueles compromissos viraram prática? Quais foram abandonados no meio do caminho, e por quê?
O time sabe a resposta. Ele viu o programa que começou em março e sumiu em maio. Quando o novo anúncio chega sem menção ao anterior, a mensagem que ele recebe não é de renovação — é de que ninguém está contando.
A confiança não se perde na promessa quebrada.
Perde-se no silêncio sobre ela.
A mecânica
O que virou prática e continua acontecendo. Com evidência: a política escrita, o número, a data em que passou a valer.
O que saiu do papel e parou no meio. Dito sem rodeio, com o que faltou — recurso, prioridade, dono. Aqui é onde a credibilidade se ganha.
O que foi prometido e não aconteceu. Sem eufemismo de “em andamento”. Ou volta para o plano com dono e prazo, ou é oficialmente abandonado.
As peças



A regra que dá valor à coluna do meio
A coluna “não saiu” precisa existir e ser lida em voz alta. Empresa que publica só o que deu certo não fez prestação de contas — fez retrospectiva publicitária. E o time, que viu tudo, entende exatamente o que aconteceu ali. Reconhecer o que falhou é o que dá crédito ao que deu certo.
Como saber se funcionou
Canais de apoio, em toda peça: OIT — Organização Internacional do Trabalho · CVV 188 e Disque Saúde 136, quando a conversa sobre metas tocar em sobrecarga e saúde mental.
O conceito é adaptável: marca, dados e mecânica mudam, a estrutura fica. A conversa começa pelo que a sua empresa consegue mudar de verdade.
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