Para quem?
Quem já faz o processo antigo precisa de uma comunicação diferente de quem nunca fez nada parecido. Um comunicado único para os dois públicos garante que nenhum dos dois se sinta bem atendido.
← Página principalFale com a BR2 ↗Estudo autoral · fictício · BR2 ENGAGE
Uma empresa decide mudar um processo interno. O RH escreve um e-mail, o e-mail vira PDF, o PDF vira mural, e três semanas depois ninguém mudou nada. Este estudo é fictício, mas o padrão é o que mais aparece na BR2 ENGAGE: a mensagem existe, só não chegou como ação.
Conversar sobre um projeto assimEm detalhes
Quem já faz o processo antigo precisa de uma comunicação diferente de quem nunca fez nada parecido. Um comunicado único para os dois públicos garante que nenhum dos dois se sinta bem atendido.
Toda campanha de mudança tem um comportamento específico que precisa acontecer depois. Se a peça não deixa claro qual é esse comportamento, ela vira só um aviso, não uma virada.
Uma rotina nova precisa de reforço no dia em que o hábito antigo tenta voltar, não só no lançamento. Planejamos o segundo e o terceiro contato antes do primeiro sair do forno.
Estudo ilustrativo, criado do zero pela BR2 para explicar o raciocínio por trás do trabalho. Não representa um cliente real nem um projeto contratado.
O cenário
É o erro mais comum em comunicação de mudança: tratar um comportamento novo como uma notícia, quando ele precisa ser tratado como um treinamento.
"Precisamos avisar todo mundo sobre o novo processo até sexta." Um pedido de aviso, não de mudança de comportamento.
O que a pessoa vai fazer diferente na segunda-feira, na prática, com as próprias mãos? Se ninguém souber responder, a campanha ainda não tem objetivo.
Quem executa o processo recebe o passo a passo. Quem só é afetado por ele recebe o contexto. Liderança recebe o argumento para bancar a mudança quando alguém reclamar.
Um segundo contato, na semana em que o hábito antigo é mais forte, feito antes do lançamento, não decidido depois que a adesão cair.
O resultado, em contexto
Porque o formato já força a resposta: qual comportamento, de quem, até quando.
Cada público recebe a versão que precisa, no canal que ele realmente olha, não a mesma peça reaproveitada em todo lugar.
No momento do reforço programado, em vez de decair sem que ninguém tenha planejado insistir.
Ecossistema BR2
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