Mapa de canais e públicos
Cada canal existente, quem ele alcança de verdade e quem fica de fora, inclusive a equipe sem e-mail corporativo, de campo e de turno. Link enviado não conta como leitura.
Proposta em até 3 horas, 24/7Prazo por escrito na proposta. Desempenho medido em público
O diagnóstico de comunicação interna da BR2 mostra como a informação circula hoje na sua empresa: que canal chega a quem, onde a mensagem muda de versão, o que o líder repassa e o que a ponta entende. Termina num plano priorizado, com responsável e data em cada ação, que a empresa executa com a BR2 ou sem ela.
A dor que este serviço resolve
e a informação segue sem chegar. Grupo de mensagens, newsletter, TV no refeitório: o volume sobe e a desinformação continua, porque ninguém mediu quem recebe o quê, em que versão e em que nível da hierarquia a mensagem para de descer.
O que entregamos
Cada canal existente, quem ele alcança de verdade e quem fica de fora, inclusive a equipe sem e-mail corporativo, de campo e de turno. Link enviado não conta como leitura.
Uma amostra do que a empresa publicou nos últimos meses, lida pela clareza, pela versão e pelo caminho de aprovação. Onde o texto trava e onde a fila trava.
Roteiro combinado com o RH para ouvir gestores e grupos da operação sobre o que chega, o que falta e o que gera dúvida. A síntese é agregada, sem o nome de quem falou.
O diagnóstico separa o que se resolve com texto e canal do que depende de processo, de liderança ou de uma decisão ainda não tomada. Mais comunicação não conserta regra mal definida.
As ações em ordem de impacto e esforço, cada uma com responsável e data. O plano começa pelo circuito que mais custa hoje, não por uma lista de canais novos.
Sinais de acesso, compreensão e uso que a empresa consegue medir com o que já tem, e o limite do que cada número permite concluir.
Como funciona
Você conta a estrutura: unidades, públicos, canais e a queixa que motivou o pedido. A BR2 devolve escopo, prazo e preço por escrito antes de começar.
Mapa de canais, leitura das peças e conversas com lideranças e com a ponta, no ritmo que a operação permite e com o roteiro aprovado pelo RH.
A BR2 apresenta o diagnóstico à liderança responsável e entrega o plano priorizado, com responsável e data em cada ação.
Diagnóstico antes da peça
Um e-mail para a empresa inteira não chega a quem trabalha no turno, no campo ou sem computador. A contagem de envios mede o esforço de quem publica, não o acesso de quem precisa da informação.
Por isso o diagnóstico começa pela oportunidade real de acesso: quem pode receber, onde e em que momento do trabalho. Só depois vem a pergunta sobre o texto.
Quando unidades diferentes aplicam versões diferentes de uma decisão, o problema nem sempre está no texto. Pode faltar uma fonte oficial, um dono da atualização ou um gestor preparado para explicar.
O diagnóstico procura esses pontos no caminho da mensagem, do anúncio ao último nível da hierarquia, e mostra onde a versão mudou.
Parte do que aparece num diagnóstico não se resolve com comunicação: a regra que ninguém decidiu, o processo que contradiz a mensagem, a liderança que discorda e não diz. O relatório nomeia esses pontos e indica quem precisa decidir.
A BR2 não aplica pesquisa psicométrica nem interpreta instrumento de clima; isso cabe a um profissional especializado. O diagnóstico usa o que a empresa já mediu, de forma agregada, e o que as conversas mostram.
Como o material chega
O diagnóstico é da empresa. O plano pode ser executado pela equipe interna, pela BR2 ou por outro fornecedor, e nenhuma resposta individual sai identificada.
Resultado operacional pretendido
Os resultados abaixo orientam o projeto. O impacto real é validado com linha de base, indicadores, responsáveis e janela de medição acordados com o cliente.
A empresa sabe que canal chega a quem e qual só produz volume.
Cada problema encontrado ganha dono: comunicação, processo, liderança ou decisão.
O próximo passo é uma lista curta, em ordem, com responsável e data.
Perguntas que sempre chegam
É o retrato de como a informação circula na empresa: canais, públicos, lideranças, versões e fluxo de aprovação. Termina num plano priorizado, com responsável e data para cada ação.
O diagnóstico é um projeto fechado, com começo e fim. A operação contínua vem depois, se fizer sentido: produção recorrente, calendário e acompanhamento. As duas podem ser da BR2, mas o plano do diagnóstico serve a qualquer equipe.
Não. A BR2 usa os resultados agregados que a empresa já tem e conversa com lideranças e com a ponta. Desenho e análise de pesquisa de clima dependem do RH ou de fornecedor especializado.
Quem a empresa indicar, combinado com o RH: lideranças de diferentes níveis e grupos da operação. As conversas seguem um roteiro aprovado, e a síntese é agregada, sem identificar ninguém.
Depende do número de unidades, de públicos e de conversas, e da agenda da liderança. O prazo vem por escrito na proposta, antes de qualquer trabalho começar.
Os fatores são o número de unidades e de públicos, a quantidade de conversas, o volume de peças para analisar e o formato da devolutiva. A proposta traz o preço ao lado do escopo, sem tabela fixa.
Proposta em até 3 horas, 24/7, como em todo pedido. Para o escopo, basta contar a estrutura, os canais de hoje e o que motivou o pedido.
Briefing sem burocracia
Nada precisa estar organizado. O contexto agregado já serve:
Responsabilidade editorial
BR2\ENGAGE, Diagnóstico de Comunicação Interna
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