Primeiro comunicado
O texto que sai primeiro, na ordem que sustenta a confiança: o que aconteceu, o que a empresa está fazendo agora e quando volta a falar. Escrito para ser aprovado rápido, sem eufemismo.
Proposta em até 3 horas, 24/7Prazo por escrito na proposta. Desempenho medido em público
A BR2 escreve e desenha a comunicação de crise da sua empresa: o primeiro comunicado, a mensagem para a equipe interna, o roteiro do porta-voz, as perguntas e respostas e as atualizações seguintes. Fora da crise, monta o plano para que, no dia, ninguém precise inventar o caminho.
A dor que este serviço resolve
o jurídico pede para esperar, a equipe lê a notícia antes de ouvir a empresa e o silêncio vira versão. Cada hora sem comunicado pesa mais que um comunicado imperfeito.
O que entregamos
O texto que sai primeiro, na ordem que sustenta a confiança: o que aconteceu, o que a empresa está fazendo agora e quando volta a falar. Escrito para ser aprovado rápido, sem eufemismo.
A equipe ouve da empresa antes de ler na rede. Comunicado interno, roteiro para os líderes e orientação de quem pode falar o quê, para o boato não ocupar o vazio.
Roteiro do porta-voz, mensagens-chave e a lista das perguntas difíceis com a resposta aprovada. O que não pode ser dito também fica escrito.
Cada atualização cumpre a data prometida na anterior. Quando a crise baixa, a BR2 escreve o comunicado de encerramento e o que a empresa mudou.
Cenários mais prováveis, cadeia de aprovação, porta-vozes definidos e modelos de comunicado prontos para preencher. É o trabalho que encurta o dia ruim.
Nota oficial, aviso no site, e-mail para clientes, post e mensagem de WhatsApp, cada um no formato do seu canal e todos com a mesma informação.
Como funciona
Pelo WhatsApp ou pelo formulário, a qualquer hora. A BR2 pergunta o essencial: o que aconteceu, quem já sabe, quem aprova e o que ainda não pode ser dito.
A BR2 diz o que entrega e quando, antes de produzir. Em caso crítico, a produção começa assim que escopo e prazo estão combinados por escrito, antes da proposta formal.
O primeiro comunicado passa pela revisão sênior e segue para a aprovação do jurídico e da diretoria. Cada atualização faz o mesmo caminho, até o encerramento.
Como a crise se comunica
O primeiro comunicado não precisa ter todas as respostas. Precisa dizer o que aconteceu, sem eufemismo; o que a empresa está fazendo agora; e quando volta a falar. Nessa ordem.
A terceira frase é a que quase todo mundo esquece. Uma data de retorno troca o silêncio por compromisso. Sem ela, cada hora sem notícia é lida como abandono.
Quem trabalha na empresa é o primeiro a ser perguntado sobre a crise: pelo cliente, pela família, no grupo de mensagens. Se a equipe soube pela rede, a empresa perdeu a voz para dentro antes de perder para fora.
Por isso o comunicado interno sai junto ou antes da nota pública, com orientação clara: o que já pode ser dito, para quem encaminhar a pergunta de jornalista e o que não comentar.
A BR2 escreve, desenha e organiza a comunicação. A decisão sobre o que pode ser dito é da diretoria e do jurídico, que aprovam cada texto. O contato com jornalistas fica com a assessoria de imprensa da empresa, quando houver; a BR2 prepara o material que ela usa.
Esse limite não atrasa o trabalho. Ele deixa claro, desde o primeiro contato, quem aprova o quê, que é onde a crise costuma travar.
O plano feito com calma responde antes as perguntas que travam o dia ruim: quem é o porta-voz, quem aprova, quem precisa ser avisado, quais cenários são mais prováveis e como começa cada comunicado.
No dia, a equipe preenche um modelo aprovado, em vez de discutir a primeira linha com o jurídico às onze da noite. É a mesma lógica da operação 24/7 da BR2: o trabalho rápido nasce do que foi combinado antes.
Como o material chega
Tudo chega em texto editável, pronto para o jurídico marcar e a diretoria aprovar antes de publicar. Os modelos do plano de crise ficam com a empresa e funcionam mesmo antes de a BR2 ser chamada.
Resultado operacional pretendido
Os resultados abaixo orientam o projeto. O impacto real é validado com linha de base, indicadores, responsáveis e janela de medição acordados com o cliente.
A empresa fala primeiro, com o fato dito sem eufemismo, e não deixa o vazio para a versão dos outros.
Equipe, clientes e imprensa recebem a mesma informação, cada um no seu canal.
Cada comunicado diz quando sai o próximo, e a empresa cumpre a data.
Perguntas que sempre chegam
Sim. A BR2 opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo feriados. O pedido entra pelo WhatsApp ou pelo formulário a qualquer hora, e o escopo e o prazo do trabalho vêm por escrito antes da produção.
Três coisas, nessa ordem: o que aconteceu, dito sem eufemismo; o que a empresa está fazendo agora; e quando volta a falar. Não é preciso ter a solução pronta para comunicar cedo.
A BR2 prepara o material que a imprensa recebe: nota oficial, perguntas e respostas e roteiro do porta-voz. O contato com jornalistas fica com a assessoria de imprensa da empresa, quando houver. A BR2 não promete cobertura nem silêncio da imprensa.
Sim, e o processo já conta com isso. A BR2 escreve para aprovação rápida: texto curto, fato separado de opinião e o que ainda não pode ser dito marcado. A decisão final é da diretoria e do jurídico da empresa.
Sim, e é o trabalho que mais encurta o dia ruim. O plano de crise define porta-vozes, cadeia de aprovação, cenários prováveis e modelos de comunicado prontos para preencher.
Depende do momento: plano preventivo, crise em curso ou acompanhamento por semanas. Também pesam o número de públicos e de canais, o volume de atualizações e o prazo. A proposta traz o preço ao lado do escopo, sem tabela fixa.
Proposta em até 3 horas, 24/7, como em todo pedido. Em caso crítico, a produção pode começar antes da proposta formal, assim que escopo e prazo estão combinados por escrito.
Briefing sem burocracia
Não é preciso ter tudo apurado. Para escrever o primeiro texto, a BR2 precisa disto:
Responsabilidade editorial
BR2\NOW, Comunicação de Crise
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