Diagnóstico do deck atual
Antes de mexer em nada, a gente lê o que você já tem e aponta onde a leitura emperra: slide que acumula, gráfico que confunde, sequência que não conduz. Você vê o problema nomeado antes de aprovar o conserto.
Proposta em até 3 horas, 24/7Prazo por escrito na proposta. Desempenho medido em público
Você já tem o PowerPoint montado, ou pelo menos o conteúdo bruto. O que falta é acabamento: o deck parece amador, os slides se empilham sem levar a lugar nenhum, e bate aquela vergonha de projetar isso na frente de quem decide. A BR2 entra no meio do caminho. A gente olha o que está feito, separa o que vale a pena aproveitar do que precisa ir fora, reescreve a hierarquia para o título responder à pergunta e redesenha slide a slide com mão sênior.
A dor que este serviço resolve
mesmo assim, trava na hora de abrir. Os slides carregam tudo o que foi escrito, os gráficos saíram do jeito que o Excel cuspiu, e nenhum título diz o que o número significa. Quem vai apresentar sente que o assunto é bom e a embalagem entrega amadorismo antes da primeira palavra.
O que entregamos
Antes de mexer em nada, a gente lê o que você já tem e aponta onde a leitura emperra: slide que acumula, gráfico que confunde, sequência que não conduz. Você vê o problema nomeado antes de aprovar o conserto.
Nem tudo merece ser salvo. A gente decide, com você, qual slide aproveita o conteúdo, qual vira dois, qual sai de vez. Redesenhar não é refazer do zero nem manter o que não presta por apego.
O título deixa de nomear o assunto e passa a responder à pergunta da sala. Cada slide ganha uma função, e a ordem conduz até a conclusão em vez de só acumular página.
Tipografia, espaço, cor e alinhamento refeitos pela mesma equipe que faz o deck de conselho. A cara amadora some sem que o conteúdo que você escreveu se perca.
O gráfico que saiu feio do Excel vira leitura limpa: eixo certo, destaque no que importa, tabela que cabe na tela. O dado continua o seu; muda só a forma de mostrar.
Se a empresa tem identidade ou modelo de slides, o deck entra nele. Se não tem, a gente fixa um padrão para você reusar nas próximas apresentações sem recomeçar.
Como funciona
O arquivo pronto, ou o rascunho, mais uma linha sobre a sala: quem recebe e o que precisa sair decidido. Não precisa organizar nada antes; é desse material que a gente parte.
A gente devolve o diagnóstico com a proposta de corte: o que fica, o que se junta, o que vai fora. Você aprova o plano antes de a produção começar, sem surpresa no fim.
A equipe refaz a hierarquia e o visual, uma segunda cabeça revisa, e o mesmo arquivo volta editável, pronto para você apresentar. Proposta em até 3 horas, 24/7.
Quando o conteúdo é bom e a embalagem atrapalha
O conteúdo mais difícil já foi feito: você sabe o assunto, levantou os números e escreveu o raciocínio. Jogar isso fora para montar outra apresentação do nada desperdiça o trabalho que mais custou. O que falta quase nunca é informação; é hierarquia e acabamento.
Por isso a gente entra no meio, não no começo. A primeira decisão não é desenhar slide, é escolher o que fica, o que se junta e o que vai fora. Redesenhar com critério poupa o seu esforço anterior e ainda tira da frente o que só pesava.
Aquele desconforto de projetar o próprio deck na frente de quem decide quase sempre está certo. Slide lotado, gráfico confuso e título que não conclui nada fazem a sala duvidar do conteúdo antes de ouvi-lo. A embalagem fala primeiro, e amadora ela fala contra você.
Redesenhar resolve o sinal na origem. Quando a hierarquia conduz e o visual tem padrão, a atenção da sala vai para o argumento, não para o acabamento. Você entra seguro do material em vez de pedir desculpa por ele.
Quem montou o arquivo sabe o assunto de cor. Por isso cada slide parece claro para você: o título abreviado faz sentido porque você já sabe o que ele quis dizer, e a sequência conduz porque você conhece o caminho de antemão. A sala não tem nada disso. Ela lê o deck frio, sem o contexto que mora na sua cabeça, e é aí que a leitura emperra onde você nem suspeita.
Uma cabeça sênior lê o deck do jeito que a sala vai ler: sem saber o que vem depois. É isso que o diagnóstico entrega antes de a gente desenhar qualquer coisa — não opinião de gosto, mas o ponto exato onde o slide acumula, onde o gráfico confunde e onde o título nomeia em vez de concluir. Você passa a enxergar o próprio material com o olho de quem recebe, e não de quem escreveu.
Como o material chega
Você recebe o mesmo arquivo, agora redesenhado e aberto, nunca um PDF travado só para olhar. O conteúdo segue seu para editar quando quiser. Proposta em até 3 horas, 24/7.
Resultado operacional pretendido
Os resultados abaixo orientam o projeto. O impacto real é validado com linha de base, indicadores, responsáveis e janela de medição acordados com o cliente.
Cada slide recebe um título que responde à pergunta, em vez de só nomear o tema.
O arquivo volta em PowerPoint aberto, com os gráficos nativos: você muda um dado sem voltar à agência.
O conteúdo que você escreveu é preservado; o que muda é a hierarquia, o visual e a ordem da leitura.
Perguntas que sempre chegam
Aproveitamos o que presta. O conteúdo e o raciocínio que você escreveu são o ponto de partida; o que muda é a hierarquia, o visual e a ordem. A gente só joga fora o slide que atrapalha, e sempre combinando antes.
A BR2 opera 24/7 e devolve a proposta com escopo e prazo em até 3 horas. Se o prazo da sua reunião não couber, você escuta isso na hora do orçamento, não em cima da hora.
Volta, sempre. Você recebe o mesmo PowerPoint (.pptx) aberto, com os gráficos nativos editáveis, nunca um modelo travado só em PDF. Trocar um número de última hora é com você, sem depender da agência.
Também serve. A gente parte do que existe, seja um deck inteiro, um rascunho ou só o texto e os dados soltos, e monta a hierarquia a partir daí. Quanto mais material você mandar, mais rápido fecha o escopo.
O número de rodadas vem escrito na proposta, combinado antes de a produção começar, nunca decidido no fim. A proposta chega em até 3 horas com esse número claro. A primeira entrega já vem revisada por uma segunda cabeça; as rodadas servem para ajustar o que você vê na prática, não para refazer o que já foi aprovado.
Com sigilo. No primeiro contato você manda só o necessário, sem dado pessoal de terceiros nem arquivo sob sigilo. O material que você envia serve para redesenhar o seu deck e nada mais: não vira exemplo público nem entra em portfólio sem a sua autorização por escrito.
Briefing sem burocracia
Não precisa arrumar o arquivo antes de falar com a BR2. O material cru é justamente o que a gente usa para enxergar o que aproveita e o que sai.
Responsabilidade editorial
BR2\BOARD, Redesenho de Apresentação