Diagnóstico do risco a comunicar
Antes da arte, a gente separa o que a equipe de EHS precisa que o operador entenda, lembre e faça. Comunicar bem o risco errado não ajuda ninguém no chão de fábrica.
Proposta em até 3 horas, 24/7Prazo por escrito na proposta. Desempenho medido em público
Campanha de segurança do trabalho e material de SIPAT pensados para quem está no turno, não para a parede da sala de reunião. A BR2 pega o risco que a equipe de EHS precisa comunicar, dá um conceito claro, produz as peças por canal — mural, chão de fábrica, digital e turno da noite — e entrega um kit editável para o próprio EHS reaplicar no DDS seguinte, com um plano para medir a adesão à mensagem.
A dor que este serviço resolve
baixado de banco de imagem, que ninguém no turno olha duas vezes. A SIPAT se repete igual todo ano, o DDS não muda de cara, e a equipe de EHS fica sem tempo nem repertório para transformar a norma e o EPI em mensagem que o operador entende e lembra no chão de fábrica.
O que entregamos
Antes da arte, a gente separa o que a equipe de EHS precisa que o operador entenda, lembre e faça. Comunicar bem o risco errado não ajuda ninguém no chão de fábrica.
Um fio condutor que atravessa a SIPAT, o DDS e o mural o ano todo, em vez de uma arte solta por tema. É o que faz a mensagem de segurança do trabalho ser reconhecida em qualquer canal.
Cartaz, mural, aviso digital e peça de chão de fábrica, cada uma pensada para o lugar onde o operador para e olha. O que funciona na intranet não funciona na parede da linha de produção.
Kit de abertura e temas da SIPAT, roteiro de DDS e peças de apoio para o técnico de segurança conduzir a conversa do turno sem improvisar no susto da véspera.
Arquivos abertos, com as fontes e os gráficos, para o próprio EHS trocar um número, um EPI ou uma data e reaplicar na planta seguinte — sem voltar à agência a cada ajuste.
Como acompanhar leitura, presença na SIPAT e alcance das peças por canal e por turno. Medimos a adesão à comunicação, nunca o número de acidentes — essa conta não é de cartaz.
Como funciona
Pelo WhatsApp ou pelo formulário. A gente pergunta o essencial: qual risco comunicar, para qual turno, se é SIPAT, DDS ou campanha contínua, e o que a equipe de EHS já tem de material.
A BR2 devolve o conceito da campanha e as peças pensadas canal a canal — mural, chão de fábrica, digital e turno —, com uma prévia de rumo antes de produzir tudo.
A equipe produz, entrega os arquivos abertos para o EHS reaplicar e combina como a adesão vai ser acompanhada. Proposta em até 3 horas, 24/7.
A conta que o banco de imagem esconde
O operador passa pelo mesmo mural todo dia. Quando a peça é uma foto de banco de imagem com um lembrete de EPI que poderia estar em qualquer fábrica do país, o cérebro para de registrar — vira paisagem. A SIPAT que repete o mesmo formato todo ano tem o mesmo destino: presença obrigatória, atenção zero.
Comunicação de segurança do trabalho que funciona fala do risco daquela planta, daquele turno, com a linguagem de quem está na linha de produção. Não é arte bonita: é mensagem reconhecível, no canal onde o operador realmente para, e repetida com variação para não virar ruído.
É tentador prometer que a campanha derruba o índice de acidentes. A BR2 não promete, porque seria mentira: acidente depende de engenharia, EPI, treinamento e gestão de risco — a comunicação é uma peça, não a causa isolada. Cruzar a campanha com o número de acidentes e chamar de resultado é fabricar uma relação que não se sustenta.
O que dá para medir com honestidade é a adesão à mensagem: leitura das peças, presença e participação na SIPAT, alcance por canal e por turno, lembrança do tema no DDS. São números da comunicação, que a equipe de EHS acompanha mês a mês sem inventar causa.
A SIPAT concentra tudo numa semana. O cartaz sobe, a palestra acontece, o tema esquenta — e no resto do ano o mural volta a ser paisagem. O operador associa segurança a uma data no calendário, não à rotina do turno. Uma mensagem forte em maio não segura a atenção em setembro.
O kit editável existe para quebrar esse pulso. A equipe de EHS troca o tema do DDS, renova a peça do mural e mantém o fio da campanha vivo entre uma SIPAT e outra, sem reabrir job na agência a cada mês. Repetição com variação: o mesmo conceito, roupa nova, para a mensagem não virar ruído nem sumir.
Como o material chega
Você recebe os arquivos abertos, com as fontes e os gráficos — nunca um PDF travado. Trocar um EPI, um número ou a data da próxima SIPAT é com a sua equipe, sem refazer a campanha. Proposta em até 3 horas, 24/7.
Resultado operacional pretendido
Os resultados abaixo orientam o projeto. O impacto real é validado com linha de base, indicadores, responsáveis e janela de medição acordados com o cliente.
A mensagem de segurança chega ao turno certo, no canal que o operador vê — mural, chão de fábrica ou aviso digital.
A equipe de EHS fica com um kit editável e reaplica o material na próxima SIPAT ou no DDS, sem recomeçar do zero.
Dá para acompanhar a adesão à campanha — leitura, presença na SIPAT e alcance das peças — sem fabricar relação com o número de acidentes.
Perguntas que sempre chegam
Não. Reduzir acidente depende de engenharia, EPI, treinamento e gestão de risco — não de um cartaz. O que a BR2 entrega é comunicação: a mensagem no canal certo, no turno certo, e a medição honesta da adesão, da leitura e do alcance. Prometer queda de acidente por causa da campanha seria fabricar número, e isso a gente não faz.
Rápido e por escrito. Você conta qual risco comunicar e para qual turno, e a BR2 responde com escopo e prazo em até 3 horas. Se a SIPAT já tem data, a gente combina o cronograma a partir dela.
Sim. Você recebe o kit com os arquivos abertos, as fontes e os gráficos editáveis. A equipe de EHS troca um EPI, um número ou a data e reaplica na próxima SIPAT, no DDS ou em outra planta, sem depender da agência a cada ajuste.
Serve, e é o ponto. As peças são pensadas canal a canal: o que vai no mural da linha de produção é diferente do que vai na intranet, e a campanha cobre os turnos, inclusive o da noite, onde o aviso quase sempre chega mais fraco.
Pelos números da comunicação, não pelos do acidente. A gente combina o que dá para olhar: leitura e cliques nas peças digitais, presença e participação na SIPAT, alcance por canal e por turno, lembrança do tema no DDS. É a adesão à mensagem que fica no relatório — a relação com o índice de acidente a BR2 não inventa.
Em geral sim, e a resposta vem rápido: você conta a data e o risco a comunicar, e a BR2 devolve escopo e prazo em até 3 horas. Se o calendário apertar, a gente diz na hora o que cabe no prazo e o que fica para depois — sem prometer o que não dá para entregar com qualidade.
Briefing sem burocracia
Quanto mais claro o pedido chega, mais rápido volta a proposta com escopo e prazo. Nada precisa estar pronto; é o mínimo para enquadrar a campanha.
Responsabilidade editorial
BR2\ENGAGE, Comunicação de Segurança