A oferta em versão oficial
Antes de qualquer peça, a oferta ganha uma página-mestra: produto, preço, condição de pagamento, validade, estoque ou limite, frete e regra de troca. O seu jurídico confere essa página uma vez, e todas as peças saem dela.
Proposta em até 3 horas, 24/7Prazo por escrito na proposta. Desempenho medido em público
A BR2 organiza o material da Black Friday quando a data já está perto. Primeiro a oferta é escrita uma vez, com preço, condição, validade e limite. Dessa versão saem as peças de cada canal, a apresentação e o material de vendas de quem vende a outras empresas e a campanha interna de quem trabalha na loja, no centro de distribuição e no atendimento.
A dor que este serviço resolve
o e-mail diz uma coisa, o banner diz outra, a loja fica sabendo pelo cliente e o atendimento descobre a condição quando a reclamação chega. A data não muda, e o que foi anunciado vira compromisso da empresa.
Black Friday 2026 · sexta-feira, 27 de novembro
Roteiro sugerido, não regra. Se a data já está mais perto que isso, a etapa que passou vira a primeira a fazer, e a proposta diz o que ainda cabe no prazo.
Produto, preço, condição de pagamento, validade, limite e regra de troca numa página só, aprovada por quem decide e pelo jurídico. É a versão oficial: todas as peças saem dela.
E-mail, redes, banner, página da oferta, ponto de venda e a apresentação do comercial, conferidos contra a versão oficial. A base de respostas do atendimento começa junto.
Os líderes da loja, do centro de distribuição e do atendimento recebem o kit: o que vale, até quando, o que fazer quando acabar e a quem chamar. As peças ficam programadas e testadas.
Preço, data e condição de cada peça conferidos de novo contra a versão oficial. Fica combinado quem autoriza uma correção na data e por qual canal ela chega às equipes.
Produto esgotado, preço corrigido, condição que mudou: a correção sai da versão oficial e chega às equipes pelo mesmo canal, no começo de cada turno.
A segunda-feira seguinte costuma ter ofertas próprias, e as trocas e desistências chegam nas semanas seguintes. A equipe recebe as regras de novo e um agradecimento que diz o que ela fez.
O que entregamos
Antes de qualquer peça, a oferta ganha uma página-mestra: produto, preço, condição de pagamento, validade, estoque ou limite, frete e regra de troca. O seu jurídico confere essa página uma vez, e todas as peças saem dela.
E-mail, redes, banner, página da oferta, material de ponto de venda e cartaz de loja, cada um no formato do seu canal e com a condição escrita onde o cliente lê, e não escondida no rodapé.
Apresentação comercial, uma página com a oferta e o texto do e-mail do vendedor, com validade e condição por escrito. Desconto sem data tende a voltar como pedido de preço na negociação seguinte.
Loja, centro de distribuição e atendimento: o que cada equipe precisa saber antes, durante e depois da data, em peças curtas para a troca de turno, o cartaz no lugar de passagem e a mensagem no canal oficial.
As perguntas que vão chegar, com a resposta aprovada: o produto acabou, o preço mudou, como trocar, como desistir de uma compra feita pela internet. Quem atende responde pela mesma versão da oferta.
Antes de cada peça sair, outra pessoa confere número, data, condição e limite contra a versão oficial. Preço errado em peça publicada vira problema de atendimento e, na venda ao consumidor, pode virar obrigação de cumprir a oferta.
Como funciona
Pelo WhatsApp, por e-mail ou pelo formulário, a qualquer hora: o que vai ser vendido, para quem (consumidor, outra empresa ou a própria equipe) e para quando cada peça precisa estar no ar.
A BR2 responde com o que entra, o que fica fora e quando cada peça fica pronta, inclusive quando a resposta honesta é "nesse prazo não dá". Em caso urgente, a produção começa com o seu ok por escrito (e-mail ou WhatsApp) ao escopo e ao prazo, e o valor fecha logo depois. Fora da urgência, nenhuma produção começa sem escopo, prazo e valor aceitos por escrito.
A equipe produz a partir da versão oficial, cada peça passa pela conferência de preço e condição e chega no formato do canal, com o arquivo aberto para a correção de última hora.
Campanha interna da Black Friday
Vale para supermercado, loja de moda, pet shop e para quem vende no atacado: a Black Friday começa dentro da empresa, semanas antes da data.
Na loja: o que está em oferta e até quando, o que fazer quando o produto acabar, como funciona a troca, quem autoriza uma exceção e a quem chamar quando o sistema cair.
No centro de distribuição: a previsão de volume por dia, a ordem de prioridade dos pedidos, o horário de cada turno e as regras de segurança que não mudam com a pressa.
No atendimento: a versão oficial da oferta, palavra por palavra, as respostas aprovadas para as perguntas que vão chegar e o caminho de quem quer trocar ou desistir de uma compra feita pela internet.
Na data, a oferta muda. Um produto esgota, um preço é corrigido, uma condição passa a valer só para uma região. A mudança sai da versão oficial e chega a todas as equipes pelo mesmo canal, de preferência antes do cliente.
Cada troca de turno começa com uma fala curta do líder: o que mudou desde o turno anterior, o que continua valendo e a quem perguntar. Quem entra à noite não pode depender do que circulou à tarde no grupo de mensagens.
As semanas seguintes trazem trocas e desistências de compra. A equipe recebe as regras de novo, agora com as dúvidas que apareceram na data e a resposta para cada uma.
O agradecimento diz o que a equipe fez, com fato e sem número inventado, e o que a empresa vai mudar no ano seguinte. Agradecimento que não muda nada vira só mais um comunicado.
Quem está no caixa, na doca ou na fila do atendimento raramente lê e-mail durante o expediente. A mensagem chega pela fala do líder na troca de turno, por um cartaz curto onde a equipe passa (entrada, área de descanso, doca), por texto ou áudio no canal oficial da empresa e, no caixa, por um cartão de bolso com as regras da oferta.
Nada disso funciona com três versões. O kit sai da mesma página da oferta que gerou as peças de venda, e o líder recebe antes, com as respostas para as perguntas difíceis: e se o cliente disser que o preço subiu antes da promoção? E se o anúncio estiver errado?
O que a peça promete, a empresa cumpre
Pelo Código de Defesa do Consumidor, a informação ou publicidade suficientemente precisa obriga o fornecedor e passa a fazer parte do contrato. Se a empresa se recusar a cumprir a oferta, o consumidor pode exigir o cumprimento, aceitar um produto equivalente ou desistir, com a devolução do que pagou.
Na prática, isso muda a revisão. Um preço digitado errado no banner, uma validade que ficou de fora do e-mail ou um estoque que acabou sem aviso deixam de ser detalhe de peça e viram assunto do atendimento e do jurídico.
A lei proíbe a publicidade enganosa e põe o preço entre as informações sobre as quais o consumidor não pode ser induzido a erro. Anunciar um preço anterior que não foi praticado é uma forma de induzir a erro sobre o preço. A omissão também conta: deixar de informar um dado essencial torna a publicidade enganosa.
Quem patrocina a publicidade é quem precisa provar que ela é verdadeira, e a empresa deve guardar os dados que sustentam a mensagem. Por isso a versão oficial da oferta registra de onde vem cada número e o que limita a oferta: estoque, região, forma de pagamento.
Para quem vende pela internet, o decreto do comércio eletrônico pede em local de destaque as condições integrais da oferta, como pagamento, disponibilidade e prazo de entrega, e as restrições da oferta de forma clara e ostensiva. Pede também que a empresa informe com clareza como o consumidor exerce o direito de arrependimento.
O Código garante esse direito por sete dias, contados da assinatura ou do recebimento, nas compras feitas fora do estabelecimento comercial. O atendimento precisa saber disso antes da data, e não na semana seguinte, quando os pedidos de troca e de desistência chegam.
O Código de Defesa do Consumidor protege quem compra como destinatário final, pessoa física ou jurídica. Numa venda entre empresas, ele pode valer ou não, conforme o caso, e quem diz é o jurídico de quem vende.
O que não muda: a proposta da Black Friday para empresas precisa de validade, condição e limite escritos, e o comercial precisa vender pela mesma versão que o marketing publicou.
A BR2 escreve, desenha e confere as peças contra a versão oficial da oferta. Quem define preço, estoque, condição e política de troca é a sua empresa, e quem aprova a oferta do ponto de vista jurídico é o seu jurídico. A BR2 também não define escala, meta nem regra de trabalho: comunica o que a empresa decidiu.
Esse limite ajuda numa semana apertada. Cada pessoa sabe o que aprova, e a correção de última hora tem dono.
Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990), artigos 2º, 6º, 30, 31, 35, 36, 37, 38 e 49.
Decreto 7.962/2013, sobre o comércio eletrônico, artigos 2º e 5º.
Conferidos no texto publicado pela Presidência da República em 17 de outubro de 2026. Esta página não é parecer jurídico: a oferta da sua empresa passa pelo seu jurídico.
Como o material chega
Tudo sai da mesma versão da oferta. Quando o preço ou a condição muda, muda num lugar só, e as peças são corrigidas a partir dele, com os arquivos abertos na sua mão.
Resultado operacional pretendido
Os resultados abaixo orientam o projeto. O impacto real é validado com linha de base, indicadores, responsáveis e janela de medição acordados com o cliente.
A oferta sai igual no e-mail, na loja, na proposta e no atendimento.
Cada equipe sabe o que vale, até quando e a quem chamar antes de o cliente perguntar.
A correção de última hora tem dono e chega às equipes por um canal só.
Calendário do seu setor
Nos calendários de comunicação interna da BR2, a Black Friday é pauta de novembro nestes setores. Cada página mostra o ano inteiro do setor, mês a mês.
Ver o calendário de todos os setores ↗Perguntas que sempre chegam
Depende do que falta e do que já existe. Adaptar peças de uma oferta decidida cabe em prazo curto. Criar a campanha do zero, com várias áreas aprovando, pede semanas. A proposta diz o que cabe no prazo que você tem, e o que não cabe.
Sim. Para loja, centro de distribuição e atendimento: o que a equipe precisa saber antes, durante e depois da data, em peças curtas para a troca de turno, cartaz e mensagem no canal oficial. A BR2 não define escala, meta nem regra de trabalho: comunica o que a empresa decidiu.
Sim. Para quem vende a outras empresas, a BR2 faz a apresentação comercial, a página da oferta e o texto do e-mail do vendedor, com validade e condição escritas. Se o Código de Defesa do Consumidor vale em cada venda entre empresas, quem diz é o seu jurídico.
A BR2 confere cada peça contra a versão oficial da oferta e aponta o que costuma dar problema: condição escondida, preço anterior sem base, validade ausente. A aprovação jurídica é do seu jurídico, que aprova a versão oficial antes das peças.
Depende do número de canais e de peças, do que já existe (oferta, identidade, fotos), de quantas áreas aprovam e do prazo. A proposta traz o valor ao lado do escopo, sem tabela fixa.
Proposta em até 3 horas, 24/7, contadas do pedido claro: o que é, para quem e para quando. Em caso urgente, a produção começa com o seu ok por escrito (e-mail ou WhatsApp) ao escopo e ao prazo, e o valor fecha logo depois.
Sim. Atendimento e proposta funcionam 24/7. Produzir fora do expediente segue as faixas de prazo da BR2 NOW, com a condição de cada faixa dita antes de começar.
Vai dar tempo?
Sem cadastro e sem compromisso. A resposta é a janela de produção, a data provável e o que a BR2 precisa receber para começar.
Briefing sem burocracia
Não precisa estar tudo decidido. Com isto, a BR2 diz o que cabe no prazo:
Responsabilidade editorial
BR2\NOW, Campanha de Black Friday
Prefere falar antes de escrever? Escolha um horário.
Agendar 1h no TeamsVeja o método e saia com um caminho ↗